OS LUGARES DE SOPHIA – O mar, a floresta, a justiça
(já não está em cena)
45 minutos – público em geral
Um desafio lançado pela equipa do Panteão Nacional para construirmos
uma leitura de textos de Sophia de Mello Breyner Andresen, a partir da
exposição "Thalassa, Thalassa, o mar e o mediterrâneo na obra de
Sophia", levou-nos a revisitar a sua obra. O olhar da exposição que
aborda os lugares "cativos" da escritora como o mar e a Grécia, fez-nos
dirigir o nosso olhar para os lugares recorrentes da sua escrita. O mar,
naturalmente, mas também a floresta/jardim e ainda e sempre a justiça.
Fazer uma leitura que erga perante os espectadores um universo
particular, que são a sua poesia e prosa, reconhecível para muitos,
ainda e sempre muito desconhecido para tantos, é o nosso objectivo. A
banda sonora, construída quase exclusivamente com uma textura vocal,
instala uma linguagem que se socorre da própria construção poética da
autora para criar os ambientes para que os vários textos apelam.
Como em todos os nossos trabalhos, o nosso propósito primeiro (e último)
é seduzir leitores para a sua obra. Por isso esperemos que tal como ela
pediu à "Musa" num poema seu, cheguemos ao "canto para todos/Por todos
entendido".
Quem fez o quê
Produção:
Andante Associação Artística
Encenação:
Cristina Paiva e Fernando Ladeira
Textos:
Sophia de Mello Breyner Andresen
Interpretação:
Cristina Paiva
Figurino:
Lucília Telmo
Sonoplastia:
Fernando Ladeira
Parceiros institucionais:
República Portuguesa - Cultura, Direcção-Geral do Património Cultural, Panteão Nacional


