Sophia na Biblioteca Andante

Sophia na Biblioteca Andante

Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”

Quem fez o quê

Guião e direcção: Cristina Paiva e Fernando Ladeira

Interpretação: Cristina Paiva

Figurino: Lucília Telmo

Sonoplastia: Fernando Ladeira

Mais


Promover a leitura com a leitura em voz alta. Criar um espaço sonoro e visual com a voz dos leitores. Que essa voz conduza os outros (leitores ou não leitores) por um caminho feito não só das palavras dos escritores mas também das nossas vidas, das nossas histórias, das nossas emoções. Revelar mais que mostrar, evocar mais que lembrar, viver mais do que ver.
Este é o trabalho da Andante desde o primeiro dia, há vinte anos atrás.

 

 

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