Agenda

Out
10
Qui
Sophia na Biblioteca Andante – Abrantes @ Auditório da Santa Casa da Misericórdia
Out 10@14:00_14:45
60 minutos – Público em geral – M6
 
Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
 
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
 
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”
Nov
2
Sáb
Sophia na Biblioteca Andante – Alcochete @ Biblioteca de Alcochete
Nov 2@16:00_17:00
 
60 minutos – Público em geral – M6
 
Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
 
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
 
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”
Nov
6
Qua
Sophia na Biblioteca Andante – Lisboa @ Biblioteca de Alcântara
Nov 6@21:30_22:15
60 minutos – Público em geral – M6
 
Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
 
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
 
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”
Nov
7
Qui
Sophia na Biblioteca Andante – Grândola @ Cine-Teatro Grandolense
Nov 7@21:00_21:45
45 minutos – Público em geral – M6
 
Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
 
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
 
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”
Nov
15
Sex
Sophia na Biblioteca Andante – Sobral de Monte Agraço @ Biblioteca de Sobral de Monte Agraço
Nov 15@21:30_22:15
60 minutos – Público em geral – M6
 
Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
 
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
 
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”