Agenda

Fev
12
Qua
Sophia na Biblioteca Andante – Macau @ Escola Portuguesa de Macau
Fev 12@15:00_16:00
60 minutos – Público em geral – M6
 
Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
 
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
 
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”
Fev
13
Qui
Sophia na Biblioteca Andante – Macau @ Instituto Politécnico de Macau
Fev 13@15:00_16:00
60 minutos – Público em geral – M6
 
Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
 
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
 
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”
Fev
14
Sex
Sophia na Biblioteca Andante – Macau @ Auditório do Consulado Geral de Portugal
Fev 14@18:30_19:30
60 minutos – Público em geral – M6
 
Mais do que uma leitura encenada, Sophia na Biblioteca Andante é uma revisitação nossa aos seus textos que sempre nos acompanharam.
Do “dia inicial inteiro e limpo” à exemplar super “Mónica”, dos “brancos pavores” do fundo do mar à infância, quando pensava que os poemas eram “o nome deste mundo dito por ele próprio”. Sem nunca esquecer a sua amada Grécia. Nem o mar.
 
A arte poética de Sophia de Mello Breyner Andresen acompanha-nos desde o início, há vinte anos já.
 
Sophia, uma pedra basilar da nossa biblioteca, uma poesia que nos ensina a olhar para nós próprios. Uma voz que identificamos como nossa. Ou como ela escreveu:
“A voz sobe os últimos degraus
Oiço a palavra alada impessoal
Que reconheço por não ser já minha.”