Agenda

Dez
4
Sex
À MARGEM, dE umA cErtA mAnEira – Loures @ Biblioteca Municipal José Saramago
Dez 4@21:15_22:00

À MARGEM, dE umA cErtA mAnEira – o canto do exílio

45 minutos
Público em geral

No âmbito do XIX aniversário da Biblioteca

O título do álbum de José Mário Branco, Margem de certa maneira, de 1973, editado pelo autor em França, nesse tempo de exílio, serviu-nos de mote para este espectáculo.
Durante 45 minutos, percorreremos os poemas, as canções que falam desse exílio que sofreram os que lutaram contra o fascismo ou que simplesmente se opuseram à guerra colonial. As palavras que o retratam, que o gritam, que o relembram.
No entanto, a importância da valorização da memória desses dias não deverá, a nosso ver, cair nunca na nostalgia. Que esses lamentos, que esses cantos, que esses gritos, até que essas saudades nos sirvam para compreender melhor o que foram esses tempos. E que essa compreensão nos ajude a olhar para a frente mais apetrechados, melhor preparados, porque há muitos exílios. Quem é que nunca se sentiu à margem, de certa maneira?

Dez
16
Qua
Afinal… o Gato? – Lisboa @ Colégio Jardim-Infantil Pestalozzi
Dez 16@10:00_10:45

AFINAL… O GATO?

35 minutos

Sessão para crianças dos 3 aos 5 anos

(Só para as crianças da instituição)

Espectáculo de promoção da leitura para bebés, com poesia de Fernando Pessoa, música de Joaquim Coelho e imagem de Mafalda Milhões.

“Gato que brincas na rua como se fosse na cama” É ​a ​partir daqui que tudo começa.
Mas afinal onde está o gato? Dentro do sapato? Dentro do poema? Dentro do livro? Dentro de nós?
Vamos jogar com ele às escondidas? Vamos?
Vamos brincar com os sons, com as palavras, com as sensações, com o impossível, com o que não há?
Será que no final vamos saber onde está e quem é o gato?

“A nossa imaginação do impossível não é porventura própria, pois já vi gatos olhar para a lua, e não sei se não a quereriam.”Fernando Pessoa (Livro do desassossego)

Dez
19
Sáb
Afinal… o Gato? – Carnaxide @ Biblioteca Municipal de Carnaxide
Dez 19@11:30_12:15

AFINAL… O GATO?

30 minutos

Sessão para crianças dos 3 aos 5 anos

Gratuito mediante inscrição prévia. Lotação limitada.

Espectáculo de promoção da leitura para bebés, com poesia de Fernando Pessoa, música de Joaquim Coelho e imagem de Mafalda Milhões.

“Gato que brincas na rua como se fosse na cama” É ​a ​partir daqui que tudo começa.
Mas afinal onde está o gato? Dentro do sapato? Dentro do poema? Dentro do livro? Dentro de nós?
Vamos jogar com ele às escondidas? Vamos?
Vamos brincar com os sons, com as palavras, com as sensações, com o impossível, com o que não há?
Será que no final vamos saber onde está e quem é o gato?

“A nossa imaginação do impossível não é porventura própria, pois já vi gatos olhar para a lua, e não sei se não a quereriam.”Fernando Pessoa (Livro do desassossego)

Jan
23
Sáb
Afinal o Íbis – Oeiras @ Biblioteca Municipal de Oeiras
Jan 23@11:30_12:15

AFINAL O ÍBIS
30 minutos

Sessão para crianças dos 6 meses aos 3 anos

Gratuito mediante inscrição prévia. Lotação limitada.

Espectáculo de promoção da leitura para bebés, com poesia de Fernando Pessoa, música de Joaquim Coelho e imagem de Mafalda Milhões.
A história de um pássaro esquisito inventada por Fernando Pessoa, o Íbis do Egipto, é o nosso pretexto para embalar, brincar, cantar, voar com os bebés. A partir deste, outros pássaros de Pessoa se lhe juntam.
A actriz conduz o público pelas paisagens poéticas, pela musicalidade das palavras, pelo voo das páginas e em meia hora teremos tempo para brincar, cantar, dançar, ler e dormir.

Abr
17
Sáb
Afinal o Caracol – Fundão @ Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade
Abr 17@10:30_11:00

25 minutos – Crianças dos 6 meses aos 5 anos

(inscrições na Biblioteca)

Espectáculo de promoção da leitura para bebés, com poesia de Fernando Pessoa, música de Joaquim Coelho e ilustrações de Mafalda Milhões.

A história de um caracol, das cócegas que ele fazia, de como ele virava e girava, e de como acabou por não cair. Brincamos com as palavras. São o nosso brinquedo favorito. Brincamos com a música das palavras, com a leveza das palavras, com o tamanho das palavras, com a pressa e a lentidão das palavras e também… com o silêncio.

Abr
23
Sex
Aleatório – Vila Nova de Cerveira @ Cine-Teatro
Abr 23@21:30_22:30

Aleatório – Concerto de palavras ao acaso
60 minutos – Público em geral – maiores de 12

ENTRADA LIVRE

Dar forma às palavras, dar som às palavras, dar vida às palavras, dar-lhes o sopro vital que as faça habitar o nosso espaço; emprestar-lhes o corpo, fornecer-lhes os traços, fazê-las ressoar nas nossas e vossas cabeças; com elas contar, cantar, pintar, dançar, escrever, tocar, brincar; com elas organizar o caos, o acaso, o aleatório. Ou o contrário: com elas criar o caos, o acaso, o aleatório.
Um espectáculo de palavras, sons e imagens concertadas, ou um concerto de palavras, sons e imagens espectaculares. Uma hora de viagem (pouco) ao acaso.

 

Abr
24
Sáb
Afinal… o Gato? – Vila Nova de Cerveira @ Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira
Abr 24@10:30_11:15

AFINAL… O GATO?

30 minutos – para crianças dos 6 meses aos 5 anos

(gratuito, inscrição necessária na Biblioteca)

Espectáculo de promoção da leitura para bebés, com poesia de Fernando Pessoa, música de Joaquim Coelho e imagem de Mafalda Milhões.

“Gato que brincas na rua como se fosse na cama” É ​a ​partir daqui que tudo começa.
Mas afinal onde está o gato? Dentro do sapato? Dentro do poema? Dentro do livro? Dentro de nós?
Vamos jogar com ele às escondidas? Vamos?
Vamos brincar com os sons, com as palavras, com as sensações, com o impossível, com o que não há?
Será que no final vamos saber onde está e quem é o gato?

“A nossa imaginação do impossível não é porventura própria, pois já vi gatos olhar para a lua, e não sei se não a quereriam.”Fernando Pessoa (Livro do desassossego)

Abr
30
Sex
À MARGEM, dE umA cErtA mAnEira – Alcochete @ Fórum Cultural de Alcochete
Abr 30@21:30_22:15

À MARGEM, dE umA cErtA mAnEira – o canto do exílio

45 minutos
Público em geral

O título do álbum de José Mário Branco, Margem de certa maneira, de 1973, editado pelo autor em França, nesse tempo de exílio, serviu-nos de mote para este espectáculo.
Durante 45 minutos, percorreremos os poemas, as canções que falam desse exílio que sofreram os que lutaram contra o fascismo ou que simplesmente se opuseram à guerra colonial. As palavras que o retratam, que o gritam, que o relembram.
No entanto, a importância da valorização da memória desses dias não deverá, a nosso ver, cair nunca na nostalgia. Que esses lamentos, que esses cantos, que esses gritos, até que essas saudades nos sirvam para compreender melhor o que foram esses tempos. E que essa compreensão nos ajude a olhar para a frente mais apetrechados, melhor preparados, porque há muitos exílios. Quem é que nunca se sentiu à margem, de certa maneira?