Às Avessas – o que eles viram

Conforme combinado… (e com a colaboração da artista) aí vai o desenho “uma coisa qualquer” da Teresa (5 anos)

Comentários da artista durante a elaboração da ‘obra prima’:
– “da primeira vez a Cristina estava vestida de praia, desta vez estava vestida de uma coisa qualquer”
– “o que gostei mais foi da história do anel da pedra vermelha dentro da barriga do tubarão”
– “vou pô-la a falar” (e transformou o sorriso numa boca aberta)
– “o senhor que estava atrás é que fazia os barulhos… da barriga… das pedras a falar… “

Comentários da mãe “babadíssima”
– no desenho adorei os pormenores… gosto particularmente das tranças em forma de estrelinhas, das mangas de cores diferentes, da tentativa de cor salmão (que não havia) ora com laranja ora com rosa, das ondinhas azuis na barra do vestido, do palco negro… especialmente porque todas elas foram de iniciativa dela (eu estava a arrumar o quarto… ehehehe)!
– achei graça como ela se surpreendeu durante o espectáculo ao reconhecer as poucas estrofes da “musica do éu” (‘8 anos’ do CD da Adriana Calcanhoto… um “must” que desde há 2 anos viaja muitos Km connosco!) — abriu muito os olhos e até saltou na cadeira —
– ela gostou imenso (ora ela… e eu também pois então!)… estamos agora aguardando a próxima oportunidade

MUITO OBRIGADA ANDANTE!

Ansião

Angra do Heroismo 1

Alunos do 4ºA do Colégio de Santa Clara – Angra do Heroísmo

Angra do Heroismo 2

Alunos do 4ºB do Colégio de Santa Clara – Angra do Heroísmo

Samouco

Pico

Alunos da EB1 – Praínha e Santo Amaro – Pico – Açores

 

Carolina Raposo – Beja

Depois de ver o vosso espectáculo fiz este texto com a minha mãe para levar para a escola e ofereço como prenda do bom espectáculo que nos ofereceram.

SA SARVALAP – ou – AS PALAVRAS às avessas

Era uma vez uma coisa qualquer, que é o mesmo de dizer, qualquer coisa, às avessas.
Uma coisa de nada: uma menina com saia de balão metida numa confusão de palavras e sons.

Se a menina se baixava um acordeão tocava. Quando a menina ria, a poesia aparecia.
Ela dizia a direito, respondiam-lhe às avessas. Ela dizia às avessas, respondiam-lhe a direito. Apanhava mosquitos no ar. Falava em Português respondiam-lhe em Chinês. Andava para a frente. Andava para traz e nada fazia senão, dizer poesia.

Era uma vez uma coisa qualquer, que é o mesmo de dizer, qualquer coisa às avessas.
Uma coisa de nada: uma poesia às avessas, uma luta de espadas entre gigantes, um vestido que virou biblioteca, ou barco, ou onda. Um bule de chá que veio da China, uma tia Balbina, um leque que veio do Japão para a Carolina. Qualquer coisa como o Luar que é o Raul às avessas.

Um texto bem às avessas foi o que a ANILORAC vos acabou de REL .