As vozes da República (continuação)
   

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Textos : Luís Osório, Guerra Junqueiro, Fialho de Almeida, Camilo Pessanha, Cesário Verde, António Nobre, Eça de Queiroz, Mário de Sá Carneiro, Aquilino Ribeiro, Rómulo de Carvalho, Manuel Laranjeira, Ruy Belo, entre outros.

Encenação, pesquisa e selecção de textos: Cristina Paiva e Fernando Ladeira

Interpretação: Cristina Paiva

Vozes: Laurence Vohlgemuth, João Brás, José Figueiredo Martins e Rui Paulo

Sonoplastia: Fernando Ladeira

Operação de luz em Alcochete: Ricardo Tavares

Produção: Andante Associação Artística

Agradecimentos: Aos Amigos, à Biblioteca e ao  Fórum Cultural de Alcochete

           

               

  

Cristina Paiva - As vozes da República  

Sem intenção de contar a história, ou até de fazer uma cronologia dos acontecimentos, o que tentamos é que os pontos cruciais que levaram à instauração da República estejam presentes: do Ultimato ao Regicídio, da Banca-rota à Revolta do Porto, do Progresso tecnológico à Proclamação da República. Para isso utilizaremos desde texto poético, a notícias de imprensa da época, ensaios sobre o assunto (da época e posteriores) e até a publicidade marcará a sua presença. Tudo numa tentativa de recriar o ambiente que marcou o final do século XIX e início do século XX em Portugal.     
 
Cristina Paiva - As Vozes da República

  

“Ninguém diz: a pátria do comerciante Araújo, do capitalista Seixas, do banqueiro Burnay. Diz-se a pátria de Herculano, de Camilo, de Antero, de João de Deus. Da mera comunhão de estômagos não resulta uma pátria, resulta uma pia. Sócios não significa cidadãos.”

Guerra Junqueiro

   
Cristina Paiva - As Vozes da República
 

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